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Retiro em "Tubo de Ensaio" 


Porque um pouco de Hasya Yoga só faz bem aos canais lacrimais, dá-se lugar ao humor, com Bruno Nogueira no "Tubo de Ensaio" da TSF, a destacar um retiro em tudo idêntico (!) ao Retiro em Trás-os-Montes que sugerimos para o fim-de-semana que passou.

Ouça como Bruno Nogueira demonstrou estar à vontade com métodos alternativos para atingir o samadhi, confidenciando-nos até que percorre quilómetros e quilómetros sem GPS para beber levedura de cerveja e inspirar dióxido de escape, ou para andar 4 dias a comer folha e beber chás (?), preservando assim a sua saúde mental e não só, perante as preocupações financeiras que o bronzeado português coloca ao FMI.






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Retiro de Yoga - 4 dias em Trás-os-Montes - Junho 2010 

Clique aqui para ver o programa detalhado.

Irá acontecer nos dias 3, 4, 5 e 6 de Junho um retiro de yoga num ambiente privilegiado de contacto com a natureza, na Quinta do Malhó, situada em Carrazedo de Montenegro, Valpaços (perto de Chaves).
Veja a localização exacta no mapa



É uma proposta bastante completa de fuga ao stress da rotina diária, com ofertas para além das normais aulas de yoga: alimentação e cozinha saudável, meditação e estudo da filosofia do yoga.
Outro factor apelativo é o preço bastante acessível, que inclui alojamento e alimentação nos 4 dias de retiro.


Para ver o programa detalhado e realizar inscrições (limitadas) clique aqui.


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Onde praticar: escolas ou eventos nos países de língua portuguesa 

Clique aqui e procure o menu Locais para ver onde praticar yoga perto de si.

Alargamos a secção de locais de prática de yoga, não só a todo o país, mas também a todas as partes do mundo onde se fala português. Veja onde praticar yoga perto de si no menu Locais.

No mesmo menu existe um novo espaço dedicado a eventos, actividades e iniciativas ligadas ao yoga, onde pode encontrar retiros, workshops, aulas ao "ar livre", aulas grátis, cursos, feiras, convenções, etc.


Se pretende inserir um local de prática de yoga ou um evento envie mail.




Se não encontrou um local na área geográfica pretendida insira um pedido de informação aqui.


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Relaxamento 

Se já experimentou o yoga provavelmente acabou a aula com um exercício chamado Savasana (alternativamente: Shavasana ou Sarvasana ou Mrtasana ou Postura do Morto).
Ficamos deitados no chão de barriga para cima, com as pernas ligeiramente afastadas, braços ao longo do corpo e palmas das mãos viradas para cima. Solta-se o corpo todo, relaxam-se todos os músculos e permanece-se imóvel, o mais confortavelmente possível. Geralmente de olhos fechados, mas duma forma consciente e atenta, abstraimo-nos de qualquer pensamento negativo ou preocupação e levamos a nossa atenção para a voz do professor. Para facilitar a acalmia do corpo e da mente, além da música ou sons relaxantes, o ritmo lento imposto pelo professor através de técnicas respiratórias, induz-nos num relaxamento progressivo de todo o corpo, desde as unhas dos pés às pontas dos cabelos.
No final duma aula de yoga e após este exercício final, os pensamentos serenaram, a respiração flui de forma lenta mas mais profunda, a frequência dos batimentos cardíacos baixa, e há uma descarga de endorfinas.


"A endorfina é um neurotransmissor, assim como a noradrenalina, a acetilcolina e a dopamina, e é uma substância química utilizada pelos neurónios na comunicação do sistema nervoso. É uma hormona, uma substância química que, transportada pelo sangue, faz comunicação com outras células.

A denominação vem das palavras "endo" (interno) e "morfina" (analgésico).

As endorfinas foram descobertas em 1975. Foram encontradas 20 tipos diferentes de endorfinas no sistema nervoso, sendo a beta-endorfina a mais eficiente pois é a que dá o efeito mais eufórico ao cérebro. Ela é composta por 31 aminoácidos. A endorfina é produzida em resposta à actividade física, visando relaxar e dar prazer, despertando uma sensação de euforia e bem-estar.

Durante o orgasmo essa substância é libertada na corrente sanguínea, provocando uma intensa sensação de relaxamento no casal e alguns até adormecem após a relação.


Efeitos principais das endorfinas: Melhoram a memória; Melhoram o estado de espírito (bom humor); Aumentam a resistência; Aumentam a disposição física e mental; Melhoram o nosso sistema imunológico; Bloqueiam as lesões dos vasos sanguíneos; Têm efeito anti-envelhecimento, pois removem superóxidos (radicais livres); Aliviam as dores. (...)


O consumo de chocolate e pimenta também estimula a produção de endorfina. A endorfina também é libertada após aproximadamente 30 minutos de exercícios físicos aeróbicos, como por exemplo, uma leve corrida."




in http://pt.wikipedia.org/wiki/Endorfina




A sensação é de bem-estar, relaxamento mas também de mais energia. Sentimo-nos revigorados. O mais fanático dos praticantes de yoga ou meditação dirá que este método é uma 'droga natural'. Se, pelo contrário, é céptico relativamente a esta técnica corporal veja o que a ciência diz:

"Relaxamento é uma técnica que pretende restabelecer um equilíbrio psicotónico. As técnicas do relaxamento constituem um conjunto de procedimentos de intervenções úteis, não só no âmbito da psicologia clínica e da saúde, como também no da psicologia aplicada em geral e da psicanálise. Um dos métodos mais comuns de relaxação é a relaxação muscular progressiva introduzida por Jacobson em 1929. (...)


Trabalha-se ao nível muscular, de respiração, indução de repouso e exercício de peso.
Existem muitas técnicas de relaxamento todas com o mesmo objectivo, a de proporcionar a tomada de consciência sobre o próprio corpo e de ensinar o indivíduo a relaxar os músculos por vontade própria, através da percepção cognitiva do que é estar tenso ou relaxado. Muitas pessoas estão tão habituadas a um estado de tensão crónica que já não têm consciência deste facto. (...)


Uma vez adquirida uma certa prática, alguns minutos de relaxamento são suficientes para restaurar e reequilibrar a mente e o corpo. Quanto mais praticarmos exercícios de relaxamento, mais longa será a duração dos seus efeitos. Gradualmente, o estado de relaxamento torna-se parte da nossa personalidade, criando uma melhor eficiência e desempenho, além de melhorar a qualidade de vida em geral.

Indicações para relaxamento: indivíduos normais em qualquer idade, patologias com distúrbios psicomotores, deficiência intelectual, distúrbios da linguagem, por exemplo em gaguez ou dislexia, ansiedade, obsessão, distúrbio do sono, neuroses, psicossomática, tais como asma, colite, doenças cardiovasculares, e em reumatologia."



Leia tudo aqui

saúde. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2005. [Consult. 2005-04-04].
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/$saude


Mesmo não sendo praticante de yoga pode - e deve - experimentar este método de relaxamento. Os benefícios serão mais intensos se o fizer no final de uma sessão de yoga mas funciona muito bem sempre que precisar de relaxar mesmo sem antes fazer qualquer outra posição de yoga. Necessita duns auscultadores e de 5 ou 10 minutos de privacidade para ouvir um destes exercícios:




EM PORTUGUÊS











EM INGLÊS













A bola de neve de efeitos começa na mente logo o sucesso deste exercício passa pela capacidade de concentração. Se conseguir atingir o pretendido, nas vezes seguintes bastará lembrar-se. O corpo aprende a activar este mecanismo anti-stress e podemos activá-lo simplesmente pensando nisso. Veja o que a ciência diz sobre a relação directa entre a capacidade de produzir endorfinas e o facto de pensar nisso:



"Pensar em analgésicos alivia a dor

Investigadores de Michigan analisam o papel das endorfinas




A simples ideia de tomar um analgésico basta para levar o cérebro a ordenar a secreção de substâncias que aliviam a dor, indica um estudo hoje publicado na revista médica norte-americana, Journal of Neuroscience, citado pela LUSA. Investigadores da Universidade de Michigan, liderados por Jon-Kar Zubieta, dizem ter provado pela primeira vez que as endorfinas, conhecidas como "os analgésicos do cérebro", desempenham um papel importante no chamado "efeito de placebo". (...)"



Leia tudo aqui



***dedicado a todas as pessoas que sofrem de cancro, nomeadamente às mulheres que enfrentam o cancro da mama, como a minha mãe.

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Yoga: o que é e onde surgiu 

Deixo-vos um pequeno artigo da Porto Editora, que define o yoga e fala um pouco sobre a sua História. O link para o artigo completo está no final.

"O Ioga é uma ciência do espírito e do corpo com origem em escrituras Hindu. O estudo e a prática do Ioga podem levar a um equilíbrio natural do corpo e da mente, que se reflecte na saúde de quem o pratica. Apesar de por si não criar saúde, o Ioga pretende ensinar que uma pessoa saudável é uma perfeita unidade de corpo, mente e espírito. É, portanto, uma filosofia com ensinamentos sobre todos os aspectos da vida, espirituais, mentais e físicos.
O termo Ioga tem origem no sânscrito e terá surgido há mais de 5000 anos na Índia, tendo sido transmitido por tradição oral até cerca de 400 anos antes de Cristo. Nesta altura, foi passado à escrita por Patanjali, nos Ioga Sutra. Nasceu aqui o chamado Ioga clássico, que se desenvolveu até ao século XI. A tradução literal da palavra Ioga é integração e união. (...)"


saúde. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2005. [Consult. 2005-04-04].
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/$ioga.


Leia tudo aqui.

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Respiração abdominal 

A respiração é uma função involuntária do corpo humano, ou seja, não precisamos de estar a pensar nela para que se realize. Com todas as emoções e incidências do nosso dia-a-dia, a respiração e o seu ritmo vão se alterando. Se tivermos uma respiração demasiado acelerada e pouco profunda, o “estado de espírito” respectivo não será o ideal, e a nível físico as nossas capacidades diminuem.
No entanto, é possível influenciar a respiração através de exercícios, tornando-a voluntária e consciente por breves períodos. No yoga, estas técnicas têm o nome de Pranayama (prana=respiração, vida, energia, força + yama=domínio, controlo). Deixo aqui a sugestão dum exercício que todos podem fazer (praticantes de yoga ou não).
A respiração abdominal é um exercício simples, para fazer, por exemplo, antes de ir dormir, no início duma aula de yoga ou em qualquer situação durante o dia em que seja preciso relaxar. Para perceber melhor como funciona, basta observar a respiração dum bebé com a barriga a subir e descer, fruto duma maior utilização do diafragma para respirar. Com a vida adulta isso vai-se perdendo e, por vezes, a respiração torácica é usada em demasia.
Há várias formas alternativas de exercitar a respiração abdominal. Aqui ficam algumas ideias:


1. Coloque-se numa posição em que a sua coluna não fique curvada para permitir um bom funcionamento e expansão de todo o aparelho respiratório. Poderá ficar, por exemplo, deitado com a barriga para cima (com joelhos flectidos ou não), sentado (com as costas totalmente erectas) ou de pé. Acima de tudo esteja confortável, especialmente se fizer um exercício prolongado. No entanto, em qualquer situação diária, se sentir necessidade poderá fazer um ou dois ciclos respiratórios abdominais sem grandes preparativos (num exame, numa reunião, no metro, no trânsito, etc.).

2. Respire sempre pelo nariz. Se necessário, desimpeça as narinas antes do exercício com a ajuda dum lenço, enchendo os pulmões e expulsando depois o ar duma só vez e com força, contraindo os abdominais.

3. Não faça o exercício depois das refeições e durante a digestão. O ideal é estar em jejum mas uma refeição leve ou a ingestão de líquidos não deverá causar desconforto.

4. Relaxe antes de começar.
A escolha de um ambiente calmo e agradável também é importante. Esqueça tudo e comece por observar a sua respiração.

5. Inspire lentamente, enchendo completamente a barriga de ar (como se fosse um balão), fazendo-a subir. De seguida, mantendo um ritmo lento, deite fora o ar, fazendo a barriga descer. Embora haja a tendência para que a expiração dure mais tempo que a inspiração, penso que o mais importante é seguir o seu próprio ritmo. Repita este ponto 5, iniciando assim mais um ciclo respiratório. Tenha também em atenção os pontos seguintes.

6. Não force demasiado a respiração. Não inspire ou expire de forma exagerada, nem prolongue demais o exercício. Acima de tudo respeite o ritmo do seu corpo, sob pena de criar tensão. O mesmo se pode dizer da frequência com que faz o exercício. Faça-o enquanto se sentir bem ao fazê-lo.

7. Se tiver a mente atribulada e estiver com problemas em concentrar-se, pode usar música calma (por exemplo a música de fundo deste site) ou focar-se na contagem do tempo de inspiração e expiração (por exemplo, inspirar em 4 tempos e expirar em 6 tempos).

8. Com o tempo é natural que aumente a sua capacidade de respiração. Pode adaptar o exercício aumentando os tempos de inspiração/expiração. Pode também permanecer por breves instantes com os pulmões cheios (antes de expirar), e com os pulmões vazios (antes de inspirar). Faça-o apenas se for algo quase espontâneo, senão irá ficar ofegante. Lembre-se que o objectivo é exactamente o contrário.


9. Deixe a respiração fluir de forma involuntária novamente, desviando dela a sua atenção.


Provavelmente irá conseguir diminuir a sua frequência cardíaca e irá sentir-se mais relaxado. Considerado pela OMS uma "epidemia global" e pela ONU a "doença do século XX" (e que se perpetua no XXI), o stress está na origem de muitas das doenças graves que conhecemos. Logo, se tiver sucesso ao praticar esta respiração, os benefícios serão muitos, a nível físico e mental.

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Tese de Mestrado sobre o Yoga (em português) 

Enquanto se desenvolve a página sobre a História do Yoga e as suas correntes e estilos, aproveitamos para divulgar um estudo muito completo sobre o Yoga.Trata-se da Tese de Mestrado de Joana Almeida, uma praticante de Yoga que estudou o tema a fundo e organizou pensamentos e ideias em quase 200 páginas.
Irá encontrar reflexões, respostas e muita muita informação. Ideal para quem quer experimentar o Yoga ou para os que já praticam e querem saber mais. O significado da palavra Yoga e de outras palavras em sânscrito usadas no meio, a enumeração e breve descrição de alguns estilos de Yoga, e a caracterização do Yoga em Portugal são alguns dos temas.
Pode ver tudo em www.yogofilos.com, no menu Saber + .

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Locais de prática de yoga perto de si 

A maioria dos emails que recebemos têm uma pergunta em comum: “onde posso praticar yoga na minha zona?”
Apesar do tempo não ser muito, nenhum email fica sem resposta, a não ser que não disponhamos de informação para a situação concreta, por exemplo, para determinada zona ou para um determinado estilo de yoga pretendido.
Para tentar fazer face a esta necessidade de informação está já disponível uma nova página no site com uma lista de escolas e locais de prática de yoga, para já apenas do Porto. A ideia é criar um directório de locais de todo o país, com o respectivo estilo de yoga e contacto. Como nós, colaboradores voluntários, não abundamos por aí, isso irá ser feito aos poucos. Entretanto quem conhecer locais e quiser contribuir para a elaboração do directório, por favor envie mail com todos os dados (incluindo nome do local, site, morada e estilo praticado).
Podem consultar a lista actual aqui: www.yogofilos.com

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Yoga do Riso 

É tão óbvio que por vezes até nos esquecemos. De facto, todos temos a consciência de que rir faz bem, e em momentos menos bons, o riso pode ser até uma âncora que nos impede de sermos arrastados pela espiral de pessimismo. E mesmo para aqueles que têm o riso mais difícil, há uma esperança. Existem técnicas para estimular o riso, e na Índia isso é encarado como uma prática diária, feita em grupo e até em público, o que permite aproveitar o que o riso tem de contagiante. Este Yoga do Riso está já entre nós, e há já conclusões científicas que dizem que rir pode ser mesmo o melhor remédio:

"É uma técnica que combina os efeitos do yoga, a nível de respiração e concentração, com a sensação de bem-estar e energia emocional positiva que uma boa dose de riso provoca."

"A terapia do riso nasceu na Índia, com Madan Kataria. Jorge Armando explicou que, depois de fazer experiências com grupos de amigos, em que verificou os seus efeitos benéficos, o médico organizou, em Março de 1995, a primeira sessão pública, numa praça. Actualmente, existirão cerca de nove mil clubes do riso espalhados por todo o mundo."


Leia tudo aqui e aqui.

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Música no Yoga 

Se fazer uma sessão de yoga sem música é bom, fazê-la com música poderá ser muito bom. Segundo um estudo científico, a música tem impactos fisiológicos que poderão ser benéficos:

"Música no coração

Ouvir uma melodia suave provoca um abrandamento dos ritmos cardíaco e respiratório e faz mesmo baixar a tensão arterial(...) Se diferentes estudos tinham já demonstrado que a música pode, por exemplo, reduzir o «stress» e mesmo melhorar a perfomance atlética, é esta a primeira vez que cientistas se debruçam sobre o impacto fisiológico de diferentes tipos de música.
(...)A música mais suave teve um efeito inverso. Provocou uma queda do ritmo cardíaco.(...)Um efeito similar ao provocado pela música suave já tinha sido associado à leitura de poesia rítmica, a recitação de um mantra de yoga ou de um rosário."

Pode ler a notícia completa aqui

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Uma definição de yoga 

Uma outra definição:

ioga
s. m.,
sistema filosófico hindu que consiste em técnicas ascéticas destinadas a alcançar o domínio sobre o corpo e o espírito, a emancipar a alma de anteriores reincarnações e a uni-la com o ser supremo;
técnica de ginástica que procura aplicar os princípios do ioga e que inclui exercícios mentais e físicos baseados na respiração.

Pode encontrá-la aqui

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Poder sobre a mente: yoga nos exames 


"Os jovens têm ideia de que o yoga é uma prática parada e, por isso, pouco atractiva, mas normalmente quando experimentam ficam surpreendidos pelos resultados e tendem a continuar", disse a responsável, referindo os efeitos ao nível da redução do stresse e da ansiedade. Segundo Catarina Ferreira, serão ensinadas "pequenas técnicas que ajudam a controlar certos bloqueios e a ansiedade na hora do exame
".

Pode ler esta notícia aqui.

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Yogófilos 

Finalmente, fez-se a remodelação do site. Tem agora um novo design e também uma nova localização: www.yogofilos.com
Para já, tem uma galeria de fotos de asanas e pouco mais (algumas não estão tecnicamente perfeitas mas o que interessa no yoga não é só o exterior :) ).
A ideia é desenvolvê-lo cada vez mais, acrescentando novas funcionalidades e informação sobre yoga. Espero ter novidades para breve. Entretanto desfrutem.

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Yoga e Desporto 

O yoga é, sem dúvida, uma das mais completas actividades porque abrange várias vertentes do ser humano, entre as quais a vertente física.
Embora não seja um desporto na acepção mais comum da palavra, o yoga proporciona a nível físico uma boa preparação. Mas se olharmos para o yoga como um caminho na evolução física (não é só física mas também), talvez seja bom admitir que o yoga pode não dispor de todas as ferramentas necessárias. Lida esta frase fora deste contexto pode soar a “heresia” a qualquer yogui, mas penso que é exactamente por o yoga ser bastante completo que por vezes pode haver a tendência de não praticar mais nada.
Há milhentas actividades físicas e cada uma delas, com as suas características, tem a sua “verdade” e as suas vantagens. Cada qual foca uma determinada capacidade do ser humano, seja a força, a agilidade, a impulsão, a resistência, a concentração, a capacidade respiratória, etc. Uma pessoa que pratique yoga só tem a ganhar se praticar outros desportos, e aqueles que o ajudem mais no seu desenvolvimento pessoal. Desenvolvimento este que não é só físico, porque o desporto para além de ter a componente “competição” que não está presente no yoga (pelo menos não da mesma forma), poderá ter outras componentes bastante saudáveis e motivadoras tais como o divertimento e recreio, o trabalho em equipa ou até formas particulares de contacto com a natureza.
Gostava de salientar uma actividade que penso ser uma enorme aliada do yoga no desenvolvimento dum corpo forte e saudável. A musculação é uma forte arma no combate à fragilidade e desequilíbrio musculares e tem até validade terapêutica no âmbito da fisioterapia. Quando falo em musculação não me estou a referir ao culturismo, sendo este último uma actividade que visa a hipertrofia constante e consequente aumento muscular, através do aumento progressivo da carga. Tudo depende da carga e do número de repetições.
A natação, o atletismo (para citar apenas alguns clássicos), enfim… há actividades com enorme valor no desenvolvimento pessoal; e embora o yoga seja de facto uma actividade muito completa, não substitui todas as outras em tudo.
Por isso, tento pôr esta minha opinião em prática, aliando à minha prática de yoga todos os desportos que consigo experimentar (incluindo os radicais), mantendo sempre que possível, uma prática regular (2 ou 3 vezes por mês cada) de musculação, atletismo, natação e ciclismo (indoor).
Ainda falando em complementos ao yoga, e para aqueles que usam o yoga como terapia (anti-stress ou outras), há outras actividades também de origem oriental, que nada têm de transcendental ou mágico e que podem trazer excelentes resultados, tais como o shiatsu, a osteopatia, etc… mas isso fica para outro post.

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Yoga no dicionário 

O que diz o dicionário...

"ioga"
substantivo masculino

1. disciplina tradicional hindu que visa a libertação e a união com o absoluto através de práticas espirituais e corporais;

2. disciplina baseada em posturas corporais e no controlo dos ciclos respiratórios, que visa estabelecer o equilíbrio entre a mente e o corpo pelo desenvolvimento da consciência corporal;

(Do sânscr. yoga, «união»)

Pode consultar aqui

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Misticismo no yoga 

Aqui fica um dos mails que enviam para o site a pedir informações.
Escolhi este porque descreve de certa maneira o primeiro contacto com o yoga e aborda um tema importante que é a necessidade do misticismo.

"Boa noite, procuro formação como aluna (...) Em Aveiro, estive para me inscrever num centro, muito, muito acolhedor. A professora via-se que adorava o que fazia. O local era muito acolhedor, ela punha musica ambiente, tinha incensos, velas, etc. Não me pude inscrever porque entretanto comecei uma formação técnica pós-laboral. Depois disso, experimentei uma aula, no (...), que estava com inscrições abertas, e digo-lhe que tive PAVOR daquilo. A sala era enorme e fria. Completamente impessoal. Nada de "adereços misticos". Parecia mais uma aula qualquer de ginastica barata , do que aquilo que vi pela primeira vez, e onde nao tive oportunidade de me inscrever. Ja me disseram que yoga nao tem de ter musica... nem os incensos, nem as velas. Mas nao gostei mesmo do ambiente do que experimentei. Nao sei se lhe consegui mostrar o que espero da Yoga, mas para mim, a envolvencia do ambiente, é meio caminho andado para gostar, e sentir que é mesmo util. Será que me pode recomendar um local onde praticar? Obrigada, Ana Neves"

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Yoga na moda 

O yoga está na moda?
A avaliar pelo número de visitas ao nosso site (que, apesar de estar ainda com um design provisório e de ter um blog com pouca participação, já tem quase 4000 visitas), ou pelo número de emails que nos enviam a pedir informações sobre como começar ou onde começar a praticar, parece que sim, que está na moda.
Ou ainda a avaliar pela crescente publicidade a escolas de yoga que vemos em cartazes e panfletos por todo lado, ou pela crescente mediatização do yoga e a sua consequente introdução no nosso vocabulário do dia-a-dia.
Mas se levarmos em conta aquela conotação mais negativa do "estar na moda", sou da opinião de que o yoga não está na moda... acho que o yoga veio para ficar.

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Yoga - a primeira vez... 

Yoga...
Foi amor à 1ª vista. Apaixonei-me na 1º vez que fiz ( ou tentei ) fazer yoga...
Quis saber tudo sobre, e encontrei-me este blog, que me pareceu interessante ...
E aqui estou, com o aval precioso do Nuno, que respondeu prontamente ao meu email .
Sou inexperiente , mas tenho sede de conhecimento. Aguardo...;-)

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Yin e Yang - o equilíbrio 

Uma imagem alusiva ao primeiro comentário do post anterior...




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Estilos de yoga, Professores e Métodos 

Yoga é um método, um conjunto de técnicas corporais e mentais que visam o fortalecimento do corpo e o bem-estar físico e mental, podendo estes últimos servir de base e contribuir bastante para a saúde ou a felicidade.
O yoga ocupa-se do homem como um todo... espiritualmente, mentalmente e fisicamente.
Yoga é auto-conhecimento, é tomada de consciência, é a descoberta do nosso corpo e mente... yoga é vida.
Yoga é, então, uma viagem pessoal, em harmonia com tudo e todos, um conjunto de viagens pessoais, porque cada yoga é pessoal, porque cada corpo é diferente.
Yoga é luta, determinação, perseverança, tenacidade e persistência; yoga é vitória, é sucesso, é realização.
Com o passar do tempo, e quanto mais praticamos, mais nos auto-conhecemos e mais descobrimos acerca de nós mesmos... quais os pontos fortes, quais os pontos fracos, e vamos tomando consciência daquilo que mais precisamos desenvolver, sabendo onde devemos concentrar o nosso yoga.
É inevitável sentir o nosso corpo reagir a cada asana, a cada respiração ou a cada aula; é inevitável sentir o prazer, a força, o bem-estar que esta ou aquela postura nos proporcionou; é inevitável comparar exercícios e concluir quais serão os mais adequados para nós e, à medida que vamos progressivamente ganhando essa sensibilidade, ninguém estará em melhor posição para avaliar aquilo que carecemos retirar do yoga.
Neste nível, talvez seja importante esquecer um pouco a “fidelidade” inerente à relação tradicional mestre/aluno e deixar a exclusividade dedicada ao seu estilo de prática... talvez seja importante conhecer, pesquisar, experimentar e descobrir o yoga, que por entre estilos, escolas, classificações e tipos, se desdobra num conjunto de yogas, yogas estes, que em alguns casos são defendidos e proclamados como “o único yoga válido” ou “o melhor yoga”, por vezes até, a fazer lembrar o fanatismo religioso.
Neste mundo de união que é o mundo do yoga, e apesar das divisões, do protagonismo e da comercialização e exploração indevidas, é importante sentir a verdade de cada yoga e perceber em que aspectos eles se podem complementar entre si, ou até perceber quais deles se adequam mais a nós próprios.
A partir daqui, e após conhecer algumas das infindáveis variantes, é possível ganhar noção do panorama geral do yoga que, talvez por ter origens tão antigas e ter actualmente um alcance mundial e transversal a quase todas as culturas, se tornou tão vasto e diversificado. É possível ver que todos os yogas têm uma base em comum... todos visam o bem-estar duma maneira ou outra.
Quando adquirimos tal nível de experiência que nos permite estar completamente envolvidos pelo yoga e pela sua filosofia, que nos faz querer cada vez mais e que nos dá a sensibilidade para avaliar e orientar o nosso percurso no yoga, é natural que sintamos a vontade de praticar também fora das aulas.
A prática solitária é talvez o grande empurrão necessário para ganhar embalo na evolução como yogui.
O papel do mestre é importantíssimo, quer no aperfeiçoamento técnico, no incentivo ao aluno, ou como exemplo e prova viva de que o yoga ao fim de alguns anos de prática nos torna melhores (porque não basta fazer muito bem todas as posturas para ser professor); no entanto, torna-se mais difícil aos olhos exteriores avaliar o “bom yoga” para cada um, pressupondo aqui que o que conta não é o aspecto exterior ou a técnica, como em qualquer arte marcial ou desporto.
De facto, é o próprio praticante que sente o “bom yoga” para si mesmo e a partir de certo nível está apto e tem a experiência necessária para começar a praticar também sozinho; pela sua dinâmica e energia, nada substitui uma sessão em grupo (ou a prática de posturas a dois que também é muito interessante), mas sozinhos podemos optar pelos exercícios que naquela hora mais necessitamos. Para além disso, temos maior liberdade de tempo, variamos o local de prática e podemos complementar o esquema seguido nas aulas que poderá ser porventura limitativo.
Dependendo do corpo, idade ou sexo, teremos a necessidade de trabalhar mais ou menos a força, o equilíbrio, a resistência mental ou corporal, ou até a respiração... numa aula torna-se impossível agradar a todos.
Apesar do esforço e criatividade louváveis que um professor possa ter, a prática individual é um importante aliado, bem como a experimentação de vários estilos e exercícios de yoga... porque o yoga é só um... o de cada um.

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A postura de lótus (padmasana) na meditação. 

Se considerarmos que o grande objectivo do Yôga é atingir o estado de meditação, acho muito importante que durante a prática se exercitem também as articulações e musculos responsáveis pelo padmasana... É uma postura essencial pois ao permitir o apoio dos joelhos e da base da coluna permite uma maior estabilidade, fundamental para a meditação...

A vossa prática inclui mudras?

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Acessórios no yoga 

Mais um acessório... assim à primeira vista parece bastante confortável. Deve favorecer a postura porque a base de apoio é melhor.. enfim, só experimentando.



Para descobrir aqui.

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Almofadas no yoga 

Cá está a foto das almofadas : )



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Participe neste blog sem precisar de registo! 

Agora já podem comentar sem ter que preencher formulários e mandar emails.
Qualquer pessoa que visite o site tem a possibilidade de comentar ao alcance de dois cliques.
Podem comentar quer os posts novos, quer todos os posts que estão para trás...

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Aula de yoga: esquemas de asanas (posturas) 

Eu também penso como o Marco... acho que é bom variar o mais possível na prática dos asanas para assim podermos trabalhar e tomar consciência de cada vez mais pontos do nosso corpo. A quebra da monotonia é também uma vantagem.
O problema é talvez o tempo. Os asanas são muitos e é difícil juntar tudo numa mesma sessão de prática. Para além disso, há posturas muito importantes e que devem estar sempre presentes, como por exemplo, o sarvangasana. São talvez estas posturas que deverão constituir o núcleo base de cada sessão e que vão fortalecer o corpo para permitir a execução de posturas fisicamente mais exigentes. Por outro lado, a insistência e rotina trazem também alguma disciplina que é essencial no yoga. As posturas mais exigentes , na minha opinião e pela necessidade que eu sinto na minha prática pessoal, devem ir sendo introduzidas nas sessões como complemento variável ao núcleo base das principais posturas de que já falei. Com isto, também quero dizer que não acho que seja desaconselhável para um principiante tentar fazer uma postura teoricamente mais difícil, desde que tenha a consciência dessa mesma dificuldade e respeite o seu corpo. A mistura de alunos mais experientes e principiantes numa mesma aula não é pois impossível, com alguma criatividade, até porque há pessoas que têm já uma predisposição e facilidade naturais.
A selecção dos asanas mais importantes pode variar um pouco com o nível médio dos alunos mas mais com o "estilo" de yoga em causa... Não me vou alongar mais até porque já estou a entrar noutro tema que por vezes até é polémico... ou melhor, a minha opinião sobre ele é que pode ser polémica. Pratico yoga há 2 anos. Comecei pelo Ashtanga mas desde há 6 meses que o ginásio onde estou mudou de professor. Este professor vem do Swasthya mas apesar disso fez uma coisa espectacular... aprendeu um pouco de Ashtanga e actualmente as aulas têm um pouco dos 2 estilos. Partilho totalmente desta forma de encarar o yoga... todos os estilos fazem parte dum todo e têm as suas vantagens próprias. Basta experimentar e descobrir.
Não percebo como por vezes se ouve dizer: "o yoga que eu pratico é melhor".
É um bom tema de discussão.
Pode ser que agora que este site já aparece nas pesquisas do GOOGLE, do SAPO, etc, este blog se alargue a mais pessoas.

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Yoga com cordas 

A nossa primeira sessão fotográfica : )



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Dor no yoga? 

É uma questão importante, Marco. A falta de auto-controlo é algo que tentamos fazer desaparecer numa aula de yoga, e o nosso limite nunca deverá ser ultrapassado pois estariamos a desrespeitar o nosso corpo e ganhariamos mais se estivessemos quietos.
A dor é talvez o nosso sinal de perigo, o aviso de que o limite está perto... sendo claro que me quero referir a uma dor insuportável, a um esforço exagerado, que automaticamente sentimos como prejudicial. Existe outro tipo de "dor", aquela dor dita normal e, por vezes, até "prazerosa", de quem está a mexer com os músculos.
Penso que o essencial desta questão é a respiração. Uma respiração bem feita vai aumentar muito o nosso limite corporal porque nos aumenta a capacidade muscular, porque nos relaxa física e mentalmente e porque nos ajuda a concentrar.

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Limites no yoga 

Respondendo à pergunta acima, penso ser mais benéfico a prática de diferentes asanas, pois assim desenvolve-se ao mesmo tempo diferentes partes do corpo e não como poderia acontecer no caso contrário em que se corria o risco de desenvolvermos mais umas partes que outras. Mas agora ponho outra questão. Será que devemos na prática de yoga levar o corpo até ao seu limite (Resistindo até certo ponto à dor) ou não?

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Asanas: Variar ou não? 

Em jeito de tema, vou deixar uma pergunta que surgiu numa conversa que tive com o Paulo:
"Para evoluir no yoga é necessário praticar asanas variados ou é mais benéfico manter um conjunto base de asanas, até o dominarmos, e variando apenas uma ou outra postura?"

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Bem-vindos !! 

Olá a todos. Sejam bem-vindos.
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