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Música no Yoga 

Se fazer uma sessão de yoga sem música é bom, fazê-la com música poderá ser muito bom. Segundo um estudo científico, a música tem impactos fisiológicos que poderão ser benéficos:

"Música no coração

Ouvir uma melodia suave provoca um abrandamento dos ritmos cardíaco e respiratório e faz mesmo baixar a tensão arterial(...) Se diferentes estudos tinham já demonstrado que a música pode, por exemplo, reduzir o «stress» e mesmo melhorar a perfomance atlética, é esta a primeira vez que cientistas se debruçam sobre o impacto fisiológico de diferentes tipos de música.
(...)A música mais suave teve um efeito inverso. Provocou uma queda do ritmo cardíaco.(...)Um efeito similar ao provocado pela música suave já tinha sido associado à leitura de poesia rítmica, a recitação de um mantra de yoga ou de um rosário."

Pode ler a notícia completa aqui

Comentários:
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Vivemos numa sociedade com excesso de música e de ruído. Na minha opinião meditar sem música é muito melhor, dado que o intuito da meditação é ir além da mente o mesmo é dizer silenciar a mente, por isso nada melhor do que o silêncio envolvente.
Por isso, desde sempre, os Yogis escolheram sítios remotos, solitários, inacessíveis, para ter a garantia de um silêncio ambiente contínuo.

Pelo menos, a princípio, o silêncio tanto quanto é possível numa sociedade moderna deve envolver o meditador. A música trivializa o acto meditativo e além do mais distrai.

Há música no supermercado, no táxi, no terminal do aeroporto, no elevador...

Nem mesmo a música dita meditativa devia envolver o meditador, porque justamente é uma muleta.

Não podendo ir para um bosque ou caverna retirados (já os não há em Portugal e mesmo nos Himalaias já é dificil) no entanto convinha ter a maior quantidade e qualidade de silêncio disponível. Por isso parece-me que a opção da música é mais própria para um McYoga, uma adaptação trivializante de Yoga made in Amerikkka.




MDC
 

Frequentemente, enquanto morador duma grande cidade, dou comigo a pensar no silêncio que uma vez "ouvi" na Serra do Gerês. Quase dava para ouvir o sangue a percorrer as veias. Observo que a minha mente gostou daquele ambiente, e que tem até necessidade de o sentir outra vez. Fazer yoga e/ou meditar num sítio assim é algo a não perder, e totalmente diferente do ambiente citadino, sempre com ruído de fundo.
Música de qualidade já me proporcionou também belas aulas de yoga. Além de abafar ruídos, pode embalar a mente, estimulando e motivando. Pelo que tenho ouvido e experimentado, isto pode ser particularmente importante nos iniciantes, facilitando as duras aulas de yoga, mas também cativando e atraindo através do misticismo que os sons habitualmente associados ao yoga proporcionam. Há também aqueles que gostam de variar, ora com música, ora sem música. Mesmo no meio do caos citadino, uma aula de yoga sem música pode ser uma boa forma de treinarmos, em ambiente realista, o poder de concentração, abstraindo-nos de tudo o resto. Em ambiente realista porque é com ruído constante que vivemos diariamente, e é com ele que pretendemos ou tentamos manter a mente serena.
 

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